Bimagrumab: substância experimental reduz gordura e preserva músculos em estudo sobre obesidade
Anticorpo monoclonal apresentou resultados promissores sozinho e combinado à semaglutida, mas ainda não é um medicamento aprovado para emagrecimento e depende de estudos maiores.
O bimagrumab é um anticorpo monoclonal experimental estudado para reduzir gordura corporal enquanto aumenta ou preserva massa muscular. Em um ensaio clínico de fase 2 publicado em 2026, participantes com obesidade tratados durante 48 semanas com a combinação de bimagrumab e semaglutida perderam, em média ajustada, 17,8 quilos, diante de 14,2 quilos com semaglutida em alta dose e 3,3 quilos com placebo.
- O bimagrumab age nos receptores de activina tipo II e tem um mecanismo diferente de medicamentos como semaglutida e tirzepatida.
- O principal interesse científico está na possibilidade de reduzir gordura sem provocar a perda proporcional de massa magra observada durante alguns tratamentos para obesidade.
- A substância continua experimental: não deve ser comprada, manipulada ou usada fora de ensaios clínicos autorizados.
Nota sobre a imagem: a ilustração é meramente anatômica e não representa o resultado de um participante dos estudos nem o mecanismo molecular completo do bimagrumab.
O que é bimagrumab?
O bimagrumab, anteriormente identificado pelo código BYM338 e atualmente também associado à identificação LY3985863 em registros de estudos, é um anticorpo monoclonal totalmente humano. Anticorpos monoclonais são proteínas produzidas em laboratório para reconhecer alvos específicos no organismo.
A substância foi inicialmente desenvolvida pela Novartis para doenças que provocam perda e fraqueza muscular. Um dos primeiros objetivos era tratar a miosite por corpos de inclusão, doença muscular rara para a qual o produto chegou a receber uma designação especial da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos.
Os resultados clínicos naquela indicação, porém, não demonstraram o benefício funcional esperado. A designação não se transformou em aprovação, e a base pública da FDA registra o bimagrumab como não aprovado para essa indicação órfã.
Durante o desenvolvimento, pesquisadores perceberam que o medicamento não apenas aumentava massa magra, mas também reduzia gordura corporal e melhorava alguns indicadores metabólicos. Essa observação direcionou o programa para o tratamento da obesidade.
A Versanis Bio adquiriu os direitos de desenvolvimento e iniciou novos estudos. Em 2023, a empresa foi comprada pela Eli Lilly, que incorporou o bimagrumab ao seu portfólio de substâncias experimentais para obesidade.
Como o bimagrumab age no organismo?
O bimagrumab liga-se aos receptores de activina tipo II, chamados ActRIIA e ActRIIB. Esses receptores participam de vias celulares reguladas por proteínas como activina A e miostatina.
A miostatina funciona como um limitador natural do crescimento muscular. Ao impedir parte da sinalização transmitida pelos receptores de activina, o bimagrumab reduz esse “freio” biológico e favorece um efeito anabólico sobre os músculos.
O bloqueio também parece afetar diretamente o tecido adiposo, aumentando processos relacionados à mobilização e à quebra de gordura. Por isso, a substância está sendo investigada como uma forma de alterar a composição corporal, e não apenas o número apresentado pela balança.
| Característica | Bimagrumab | Semaglutida e medicamentos semelhantes |
|---|---|---|
| Tipo de substância | Anticorpo monoclonal | Agonistas de receptores hormonais |
| Alvo principal | Receptores de activina tipo II | Receptor de GLP-1; alguns produtos também atuam em GIP ou glucagon |
| Efeito estudado | Redução de gordura e aumento ou preservação de massa magra | Redução do apetite, da ingestão de alimentos e do peso corporal |
| Administração nos estudos recentes | Infusão intravenosa em intervalos de até 12 semanas | Geralmente injeção subcutânea semanal, conforme o produto |
| Situação para obesidade | Experimental | Algumas substâncias e apresentações possuem aprovação regulatória |
As duas estratégias não são equivalentes. Justamente por atuarem por caminhos diferentes, o bimagrumab está sendo avaliado tanto isoladamente quanto em combinação com medicamentos já utilizados no controle da obesidade.
Por que a preservação de músculos durante o emagrecimento importa?
A redução de peso normalmente envolve perda de gordura e também de tecidos magros. A massa magra medida em estudos inclui músculos, água, órgãos e outros tecidos que não são gordura.
Em tratamentos baseados em restrição calórica ou medicamentos, aproximadamente 25% a 40% do peso perdido pode vir de tecidos magros, embora a proporção varie conforme idade, alimentação, atividade física, duração do tratamento e método utilizado para medir a composição corporal.
Perder alguma massa magra não significa automaticamente que o tratamento seja prejudicial. Parte da redução é esperada quando um corpo menor passa a precisar sustentar menos peso. O problema se torna mais relevante quando há perda muscular excessiva, redução de força ou agravamento de condições como sarcopenia.
Idosos, pessoas com pouca massa muscular, pacientes debilitados e indivíduos que emagrecem rapidamente podem apresentar maior preocupação. Nesse contexto, uma substância capaz de direcionar a perda principalmente para a gordura teria possível vantagem clínica.
Entretanto, aumento de massa magra em um exame não é sinônimo automático de melhora de força, mobilidade ou saúde. Os estudos precisam demonstrar benefícios funcionais e segurança de longo prazo, e não apenas mudanças favoráveis nas imagens corporais.
O que mostrou o primeiro estudo sobre obesidade e diabetes?
Um ensaio clínico de fase 2 publicado no JAMA Network Open em 2021 avaliou 75 adultos com diabetes tipo 2 e índice de massa corporal entre 28 e 40. Os participantes receberam bimagrumab ou placebo por infusão intravenosa a cada quatro semanas, além de orientações sobre alimentação e exercícios.
Depois de 48 semanas, os resultados médios ajustados foram:
| Resultado | Bimagrumab | Placebo |
|---|---|---|
| Gordura corporal total | Redução de 20,5%, equivalente a 7,5 kg | Redução de 0,5%, equivalente a 0,18 kg |
| Massa magra | Aumento de 3,6%, equivalente a 1,7 kg | Redução de 0,8%, equivalente a 0,4 kg |
| Peso corporal | Redução de 6,5%, equivalente a 5,9 kg | Redução de 0,8%, equivalente a 0,8 kg |
| Circunferência da cintura | Redução de 9 centímetros | Aumento de 0,5 centímetro |
| Hemoglobina glicada | Redução de 0,76 ponto percentual | Aumento de 0,04 ponto percentual |
O peso total diminuiu menos do que a gordura porque os participantes ganharam massa magra simultaneamente. Esse é um exemplo de por que analisar apenas a balança pode esconder mudanças importantes na composição corporal.
O estudo era relativamente pequeno, e somente 58 dos 75 participantes completaram as 48 semanas. Os intervalos estatísticos utilizados em alguns resultados também foram de 80%, menos rigorosos do que os intervalos de 95% frequentemente empregados em estudos confirmatórios.
O que o estudo BELIEVE descobriu em 2026?
O ensaio BELIEVE foi um estudo de fase 2, randomizado e controlado, publicado na revista Nature Medicine em 2026. A pesquisa reuniu 507 adultos com obesidade ou sobrepeso acompanhado de ao menos uma complicação relacionada ao peso. Pessoas com diabetes foram excluídas dessa etapa.
Os participantes foram distribuídos em nove grupos para receber placebo, diferentes doses de bimagrumab, diferentes doses de semaglutida ou combinações das duas substâncias.
O bimagrumab foi administrado por infusão intravenosa a cada 12 semanas. A semaglutida foi aplicada por injeção subcutânea uma vez por semana. A fase controlada durou 48 semanas, seguida por uma extensão aberta até a semana 72.
| Tratamento selecionado | Mudança média no peso | Redução de gordura corporal |
|---|---|---|
| Placebo | Perda de 3,3 kg | Redução de 5,2% |
| Bimagrumab 30 mg/kg | Perda de 9,3 kg | Dentro da faixa de 15,9% a 25,3% observada nos grupos de bimagrumab |
| Semaglutida 2,4 mg | Perda de 14,2 kg | Dentro da faixa de 18,4% a 24,8% observada nos grupos de semaglutida |
| Bimagrumab 30 mg/kg mais semaglutida 2,4 mg | Perda de 17,8 kg | Redução de 42,2% |
Na semana 72, a redução média ajustada da gordura corporal chegou a 45,7% no grupo da combinação em doses altas, diante de 28,5% com bimagrumab em alta dose e 27,8% com semaglutida 2,4 mg.
Esses percentuais representam a mudança na massa de gordura, e não a porcentagem do peso total perdida. Dizer que os participantes “emagreceram 45,7%” seria incorreto e exageraria o resultado.
A combinação foi melhor do que a semaglutida isolada?
Na comparação apresentada pelo estudo, a combinação em doses altas produziu maior perda de peso e maior redução de gordura do que a semaglutida 2,4 mg isoladamente. O resultado sustenta a hipótese de que os mecanismos das duas substâncias podem ser complementares.
A semaglutida reduz principalmente o apetite e a ingestão de alimentos por meio da ação no receptor de GLP-1. O bimagrumab não parece ter como principal efeito a redução do apetite: ele atua diretamente nas vias relacionadas ao tecido muscular e adiposo.
O possível benefício, portanto, não seria apenas “emagrecer mais”, mas alcançar uma perda formada por uma proporção maior de gordura e menor de massa magra.
Ainda não é possível afirmar que a combinação seja superior em resultados clínicos de longo prazo, como prevenção de diabetes, infarto, incapacidade, fraturas ou mortalidade. O estudo foi de fase 2 e concentrou-se principalmente em peso, composição corporal e segurança durante um período limitado.
Quais efeitos colaterais foram observados?
No estudo BELIEVE, os eventos adversos comuns associados ao bimagrumab incluíram:
- espasmos musculares;
- diarreia;
- acne.
Nos grupos que receberam semaglutida, foram frequentes náusea, diarreia, constipação e cansaço. Participantes expostos à combinação poderiam apresentar efeitos relacionados às duas substâncias.
No estudo de 2021 com pessoas que tinham diabetes tipo 2, 84% dos participantes que receberam bimagrumab e 82% dos que receberam placebo relataram algum evento adverso. Diarreia e espasmos musculares foram registrados em 41% do grupo tratado, diante de 11% e 3%, respectivamente, no grupo placebo.
Cinco dos 37 participantes do grupo bimagrumab interromperam o estudo por eventos adversos. Eventos graves ocorreram em três pessoas de cada grupo, sem mortes registradas durante o ensaio.
Esses números não estabelecem o perfil definitivo de segurança. Ensaios maiores e mais longos podem identificar eventos incomuns, consequências de exposição prolongada e grupos nos quais o risco é maior.
Bimagrumab já foi aprovado?
Não. O bimagrumab permanece uma substância experimental e não possui aprovação para tratamento da obesidade. Os resultados publicados até a data de verificação desta matéria vieram de estudos de fase 2, etapa usada para explorar doses, eficácia e segurança antes dos ensaios confirmatórios de fase 3.
A FDA registra que o produto não foi aprovado para a antiga indicação de miosite por corpos de inclusão. A publicação de resultados favoráveis, o recebimento de uma designação regulatória ou a inclusão em um ensaio clínico não equivalem à autorização para comercialização.
Também não há um medicamento regularizado com bimagrumab disponível para prescrição e venda no Brasil. Antes de uma eventual liberação, o fabricante precisaria concluir o programa clínico e apresentar dados de qualidade, eficácia e segurança às autoridades regulatórias.
Não existe, portanto, dose aprovada, bula oficial para obesidade, preço regular ou indicação para uso em clínicas de emagrecimento.
Bimagrumab é uma nova versão do Ozempic?
Não. Ozempic é uma marca de semaglutida aprovada para determinadas indicações relacionadas ao diabetes tipo 2. Existem outras apresentações da semaglutida com indicações específicas, que variam conforme o país e a autorização regulatória.
O bimagrumab é um anticorpo monoclonal com estrutura, alvo biológico e forma de administração diferentes. Nos estudos recentes, ele foi aplicado por infusão intravenosa, procedimento mais complexo do que uma injeção subcutânea semanal.
Também seria prematuro chamá-lo de “substituto” da semaglutida ou da tirzepatida. Os pesquisadores avaliam justamente se o bimagrumab poderá funcionar como complemento, especialmente para melhorar a composição do peso perdido.
Existe estudo do bimagrumab com tirzepatida?
A Eli Lilly registrou um estudo de fase 2 para avaliar bimagrumab e tirzepatida, isolados ou combinados, em adultos com obesidade ou sobrepeso e ao menos uma complicação relacionada ao peso, sem diabetes tipo 2.
O registro NCT06643728 prevê aproximadamente 252 participantes e compara diferentes esquemas de tratamento. Como o estudo ainda estava em andamento na data de verificação, não havia resultado final que permitisse afirmar se a combinação é eficaz ou segura.
Outro ensaio que avaliaria a combinação em participantes com diabetes tipo 2 foi encerrado pela empresa por razões estratégicas. A interrupção empresarial não demonstra, por si só, que o medicamento tenha fracassado ou apresentado um problema de segurança, mas reduz a quantidade de dados que aquele estudo produziria.
Quais são as principais limitações do bimagrumab?
- Falta de fase 3: os resultados ainda precisam ser confirmados em populações maiores e por períodos mais longos.
- Administração intravenosa: o tratamento exige infusão, estrutura clínica e acompanhamento profissional.
- Eventos adversos: espasmos musculares, diarreia e acne apareceram com frequência nos estudos.
- Benefício funcional incerto: aumentar massa magra não prova automaticamente melhora de força ou mobilidade.
- Segurança prolongada desconhecida: faltam dados sobre uso por vários anos e sobre o que ocorre depois da interrupção.
- Custo não definido: anticorpos monoclonais costumam ser complexos de produzir, mas não existe preço comercial oficial para o bimagrumab.
- Populações selecionadas: os participantes dos estudos obedeceram a critérios específicos e não representam todas as pessoas com obesidade.
Quando o bimagrumab poderá chegar ao mercado?
Não existe uma data confirmada. Para chegar ao mercado, a substância precisaria concluir estudos clínicos suficientes, ter seus resultados analisados pelas autoridades regulatórias e receber uma aprovação para indicação e dose determinadas.
Mesmo resultados positivos de fase 2 não garantem sucesso. Diversos medicamentos promissores falham em estudos posteriores porque o benefício não se confirma, os eventos adversos se tornam mais evidentes ou a relação entre custo, segurança e eficácia não é considerada satisfatória.
Uma previsão responsável depende da decisão da fabricante sobre iniciar ou ampliar estudos de fase 3. Até que isso aconteça e produza resultados, qualquer anúncio de lançamento ou preço deve ser tratado como especulação.
É possível comprar ou mandar manipular bimagrumab?
Não existe versão aprovada do bimagrumab para compra comum ou manipulação destinada ao emagrecimento. Um anticorpo monoclonal é um medicamento biológico complexo, produzido por processos celulares e submetido a controles que não equivalem à manipulação convencional de cápsulas ou soluções.
Ofertas feitas pela internet, por academias ou por clínicas sem participação em estudo autorizado devem ser vistas com extrema desconfiança. O consumidor pode receber uma substância diferente, contaminada, em concentração incorreta ou sem qualquer comprovação de procedência.
A participação legítima em pesquisa clínica ocorre por centros identificados, com protocolo aprovado por comitês de ética, consentimento informado e registro público do estudo. O participante não deve comprar por conta própria o produto experimental utilizado na pesquisa.
Perguntas frequentes sobre bimagrumab
O bimagrumab realmente emagrece?
Os estudos de fase 2 registraram redução de peso e, principalmente, de gordura corporal. Isso demonstra potencial experimental, mas não garante que o produto receberá aprovação ou apresentará o mesmo resultado fora de ensaios controlados.
O bimagrumab aumenta músculos?
Os estudos encontraram aumento ou preservação de massa magra. Ainda é necessário determinar quanto dessa mudança corresponde a músculo funcional e se ela produz melhora duradoura de força e mobilidade.
Ele reduz o apetite?
O mecanismo principal conhecido não é a supressão do apetite. O bimagrumab atua nos receptores de activina presentes em vias relacionadas ao músculo e ao tecido adiposo.
Qual foi a perda de peso no estudo mais recente?
Na semana 48 do estudo BELIEVE, a perda média ajustada foi de 9,3 kg com bimagrumab em alta dose, 14,2 kg com semaglutida 2,4 mg, 17,8 kg com a combinação das doses altas e 3,3 kg com placebo.
Os participantes perderam 45,7% do peso?
Não. O número de 45,7% refere-se à redução média ajustada da massa de gordura na semana 72 no grupo da combinação em alta dose. Não representa a porcentagem do peso corporal total perdida.
Bimagrumab é melhor do que semaglutida?
A combinação produziu resultados superiores em algumas medidas do estudo de fase 2, mas ainda não existe evidência suficiente para declarar superioridade clínica definitiva. Segurança prolongada, capacidade funcional e prevenção de doenças ainda precisam ser avaliadas.
Bimagrumab é anabolizante?
Não é um esteroide anabolizante. Trata-se de um anticorpo monoclonal que bloqueia receptores de activina. Apesar do efeito anabólico sobre o músculo observado nos estudos, sua estrutura e seu mecanismo são diferentes dos esteroides.
O medicamento já está disponível no Brasil?
Não há medicamento aprovado e comercializado com bimagrumab para tratamento da obesidade no Brasil. Seu uso permanece restrito ao contexto de pesquisas clínicas autorizadas.
Quais são os efeitos colaterais mais comuns?
Espasmos musculares, diarreia e acne foram eventos comuns associados ao bimagrumab. A combinação com semaglutida também pode causar efeitos gastrointestinais relacionados a esse medicamento.
Posso substituir musculação e alimentação adequada pelo bimagrumab?
Não. A substância não está aprovada e os estudos não autorizam essa conclusão. Exercícios de força, ingestão adequada de proteínas e acompanhamento profissional continuam sendo medidas estabelecidas para proteger músculos durante o emagrecimento, quando apropriadas às condições de cada pessoa.
Fontes consultadas
- Nature Medicine — Bimagrumab plus semaglutide alone or in combination for the treatment of obesity: a randomized phase 2 trial
- PubMed — Resumo, autoria e identificação do estudo BELIEVE publicado em 2026
- JAMA Network Open — Estudo de fase 2 com bimagrumab em adultos com diabetes tipo 2 e obesidade
- ClinicalTrials.gov — Registro do estudo de bimagrumab e semaglutida
- ClinicalTrials.gov — Estudo de bimagrumab e tirzepatida em participantes sem diabetes tipo 2
- FDA — Situação da antiga designação do bimagrumab para miosite por corpos de inclusão
- Wikimedia Commons — autoria, dimensões e situação de domínio público da imagem ilustrativa
Nota editorial: matéria apurada e verificada em 1º de agosto de 2026 com base em estudos clínicos revisados por pares, registros públicos de pesquisas e dados regulatórios. O bimagrumab permanece experimental, e os resultados de fase 2 não garantem aprovação, disponibilidade comercial ou segurança de longo prazo. Esta reportagem possui finalidade informativa e não substitui avaliação de endocrinologista, nutrólogo ou outro profissional habilitado.